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Rio Preto registra queda de 18,5% em abertura de empresas no 1° semestre segundo Jucesp

A abertura de novos negócios em Rio Preto registrou queda de 18,5% no primeiro semestre deste ano, passando de 2.127 entre janeiro e junho de 2019 para 1.733 novas empresas entre janeiro e junho de 2019. No período, o pico ocorreu em fevereiro, quando foram inauguradas 369 empresas. O menor número foi em abril, com apenas 139 formalizações de empresas na cidade. Em seguida, nova alta em maio (252) e, em junho, houve 355 aberturas.

No período, o segmento com maior número de inaugurações – assim como de fechamentos – é o de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, com 434 aberturas. Em seguida aparece o setor de atividades administrativas e serviços complementares, com 401. Na terceira colocação, atividades profissionais, científicas e técnicas, com 231 unidades inauguradas em Rio Preto em seis meses.

Um dado positivo, além da diversidade de setores, é a modalidade jurídica, já que a maior parte é de sociedade limitada. Para o economista Bruno Sbroggio, o resultado indica duas possibilidades. Uma tem relação com a necessidade de empreender, provocada pela perda do emprego, e a outra é a visão de futuro, com foco na retomada. “Os dados de junho mostram que a curva de investimento voltou a crescer com força. É um sinal de que a economia está estruturada, apesar da crise. Existe potencial para retomada se empresas estão abrindo e há capacidade de contratação”.

Planos mantidos

Há 45 dias, o empresário Tiago Rafael Oliveira abriu as portas do Annecy Café Bar, em Rio Preto, mas ainda não pode receber os consumidores para conhecer os muitos detalhes da casa. É que o estabelecimento só pode funcionar no esquema de delivery ou retirada.

Ainda assim, no entanto, o empreendedor conta que não tinha outro jeito senão manter os planos de investimento que já estavam em andamento, além de não ser uma pessoa que desiste facilmente. “Não tinha como voltar atrás. Já estava investindo em reforma, na compra de estoque, do mobiliário”, afirmou.

O valor investido foi da ordem de R$ 400 mil, com geração de quatro empregos agora. Quando puder abrir, a equipe deve ser composta por 15 pessoas. O faturamento atual, segundo Tiago, dá para acertar as contas, e, embora baixo, ele fez questão de acelerar o processo para começar a operar logo.

No cardápio, bebidas como gim e outras exclusivas à base de café, além de hambúrgueres e tortas doces. E, entre os charmes que o espaço propõe, um minicampo de lavandas plantado e que já começa a apontar o roxo característico das flores. “Estou ansioso pela abertura. O setor de alimentação é muito vantajoso, quem tem poder aquisitivo vai continuar consumindo”. (LM)

A abertura de novos negócios em Rio Preto registrou queda de 18,5% no primeiro semestre deste ano, passando de 2.127 entre janeiro e junho de 2019 para 1.733 novas empresas entre janeiro e junho de 2019. No período, o pico ocorreu em fevereiro, quando foram inauguradas 369 empresas. O menor número foi em abril, com apenas 139 formalizações de empresas na cidade. Em seguida, nova alta em maio (252) e, em junho, houve 355 aberturas.

No período, o segmento com maior número de inaugurações – assim como de fechamentos – é o de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, com 434 aberturas. Em seguida aparece o setor de atividades administrativas e serviços complementares, com 401. Na terceira colocação, atividades profissionais, científicas e técnicas, com 231 unidades inauguradas em Rio Preto em seis meses.

Um dado positivo, além da diversidade de setores, é a modalidade jurídica, já que a maior parte é de sociedade limitada. Para o economista Bruno Sbroggio, o resultado indica duas possibilidades. Uma tem relação com a necessidade de empreender, provocada pela perda do emprego, e a outra é a visão de futuro, com foco na retomada. “Os dados de junho mostram que a curva de investimento voltou a crescer com força. É um sinal de que a economia está estruturada, apesar da crise. Existe potencial para retomada se empresas estão abrindo e há capacidade de contratação”.

Planos mantidos

Há 45 dias, o empresário Tiago Rafael Oliveira abriu as portas do Annecy Café Bar, em Rio Preto, mas ainda não pode receber os consumidores para conhecer os muitos detalhes da casa. É que o estabelecimento só pode funcionar no esquema de delivery ou retirada.

Ainda assim, no entanto, o empreendedor conta que não tinha outro jeito senão manter os planos de investimento que já estavam em andamento, além de não ser uma pessoa que desiste facilmente. “Não tinha como voltar atrás. Já estava investindo em reforma, na compra de estoque, do mobiliário”, afirmou.

O valor investido foi da ordem de R$ 400 mil, com geração de quatro empregos agora. Quando puder abrir, a equipe deve ser composta por 15 pessoas. O faturamento atual, segundo Tiago, dá para acertar as contas, e, embora baixo, ele fez questão de acelerar o processo para começar a operar logo.

No cardápio, bebidas como gim e outras exclusivas à base de café, além de hambúrgueres e tortas doces. E, entre os charmes que o espaço propõe, um minicampo de lavandas plantado e que já começa a apontar o roxo característico das flores. “Estou ansioso pela abertura. O setor de alimentação é muito vantajoso, quem tem poder aquisitivo vai continuar consumindo”

Fonte: Diário da Região

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