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As empresas estão cada vez mais estudando o comportamento de seus consumidores no mundo offline para entender seus hábitos e oferecer a melhor experiência de compra, seja na loja física ou online, além de manter esses clientes fidelizados. Mas como isso acontece? A resposta é simples, responde Tiago Santos, Executivo de Retail da I n Loco: dados de geolocalização.

Hoje em dia, os dados de localização são coletados diariamente, de diferentes formas, para ajudar empresas a oferecerem produtos mais personalizados e os consumidores receberem apenas ofertas que realmente os interessa. Como equacionar essa conveniência com a privacidade das pessoas deve ser uma preocupação das empresas. Mas isso, afirma Tiago, é muito simples. Assim que uma pessoa liga o smartphone, o sistema operacional, a operadora, as redes sociais, os aplicativos, coletam dados sobre ele. Ter dados coletados não é uma coisa ruim, desde que o consumidor tenha consentido com a coleta das informações, saiba para que são utilizadas e que elas sejam armazenadas de forma segura e criptografada. Quando dados são usados de forma correta eles podem aliar privacidade, conveniência e economia. Além disso, existem formas de coletar dados e não identificar os indivíduos, mas sim os hábitos de consumo deles, dado suficiente para oferecer produtos personalizados. Dito isso, as ofertas geolocalizadas são mesmo o futuro? Sim, garante o executivo. Uma pesquisa da Epsilon Research indica que 80% dos consumidores estão mais propensos a fazer negócios com empresas que entregam experiências personalizadas. Para oferecer serviços personalizados é preciso saber o comportamento do consumidor, ou seja, os bairros que costuma frequentar, os shoppings, restaurantes e, assim, fornecer serviços e produtos bem direcionados.

Fonte: Portal NoVarejo

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