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Infelizmente, muitos do mundo corporativo têm dificuldade em interagir com o franqueado, pois não conseguem compreender bem o seu papel. Por mais que digam compreender conceitualmente, na prática, escorregam demais e tornam-se inaptos em administrar esse recurso humano. Um franqueado não é um sócio, não é um funcionário e nem um executivo. Mas então, o que é um franqueado? A resposta é simples: um franqueado é um franqueado. E essa obviedade precisa ser compreendida em sua essência. Grandes grupos quando compram redes de franquias pecam na gestão porque erram no trato com o franqueado. Sem paciência, empurram decisões goela abaixo, cobram resultados como se estivessem falando com seus executivos e não respeitam a autonomia de quem investiu dinheiro no seu próprio negócio.

Eu trabalho com franqueados há dezoito anos. Um franqueado é alguém que sonhou em ter o seu próprio negócio, mas decidiu abrir uma franquia por considerar mas seguro, com uma marca bem sólida e com práticas testadas e aprovadas. Um franqueado pagou para ser liderado, para receber um pacote de experiências que deram e não deram certo. Tratá-lo como empregado é um erro mortal. Um franqueador deve ter um papel de líder, de professor, de mentor, de parceiro, de apoiador e, acima de tudo, de alguém que tem uma visão da melhor direção estratégica para o negócio. Ele tem essa visão privilegiada justamente porque tem experiência e autoridade no negócio e por enxergar em perspectiva por estar fora da operação.

Extraído do livro: Ponto de Inflexão – páginas 184 e 185.

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